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Índice
Introdução, por Lepoldo Nunes
Prefácio, por Maria do Rosário Caetano
Apresentação, por Orlando Senna
I. ABD – Três Fases .....................................................................
Os Pioneiros (1973-1979) ...........................................................
Jornada de 73 contribuiu para a organização da ABD, por Guido Araújo (BA)
Lembranças da Jornada por Thomaz Farkas (SP)
Em 1973 curta era sinônimo de documentário por Jean-Claude Bernardet (SP)
Associação Brasileira de Documentaristas por Iberê Cavalcanti (RJ)
A ABD sempre foi pluralista por Aloysio Raulino (SP)
O grande embrião da ABD foi o Festival JB por Oswaldo Caldeira (RJ)
“Que em cada sessão de cinema se veja e se ouça a cara e a
voz dos brasileiros" por Sérgio Santeiro (RJ)
Do Chile de Allende à luta pela cultura brasileira por Sérgio Sanz (RJ)
Antes que eu me esqueça por Regina Machado (RJ)
ABD 30 anos – Memórias por Manfredo Caldas (DF)
A ABD no Paraná por Francisco Alves dos Santos (PR)
Política cinematográfica e a criação da ABD por João Batista de Andrade (SP)
Recordações da Jornada e da ABD por Alba Liberato (BA)
Da ABD-DF à ABCV por Márcio Curi (DF)
Lembranças mineiras por Geraldo Veloso (MG)
Da Bélgica aos curtas brasileiros por
Eunice Gutman (RJ)
Na ABD, com Lygia Pape e Regina Machado por Susana Sereno (RJ)
A ABD reflete a diversidade cultural de nosso país por Sílvio Da-Rin (RJ)
“É claro que fomos aceitos pelos caras que organizavam a ABD”por Roberto Moura (RJ)
A brilhante história do curta é irreversível por Paulo Bastos Martins (RJ)
Ao correr da memória por Victor de Almeidav(MG)
Os anos dourados do curta por Carlos Tourinho (RN)
Geração 80 (1980-1993) .............................................................
Um olhar sobre a ABD no período 1985/1995 por André Sturm (SP)
A luta pelo curta nas telas por Giba Assis Brasil
No Rio Grande do Sul diretoria feminina geriu a APTC-ABD por Ana Luíza Azevedo (RS)
A luta pelo cinema cultural na Amazônia por Sônia Freitas (PA)
“Minha geração era mais politizada, mas a geração seguinte
tinha muito mais pique e generosidade” por Paulo Halm (RJ)
Gestão paritária dos assuntos dos curtas
(uma experiência dos anos 80) por
Edyala Yglesias (BA)
A política cinematográfica é necessária por Paulo Vilara (MG)
A Cinemateca/ABD SC, um divisor de águas por Zeca Pires (SC)
Associado “carteira número 007”,
com licença para matar assembléias por
Jorge Furtado (RS)
“Juvenília” (1994/2004) ..............................................................
A reconstrução da ABD Nacional por Leopoldo Nunes
A geração 90 de curta-metragistas cariocas por Marcos Guttmann
O renascimento nos anos 90 por Vinícius Reis (RJ)
A ABD carioca transforma-se em ABD&C por Paola Leblanc (RJ)
A busca de parceria com as universidades por Eduardo Nunes (RJ)
O edital de longa para diretores estreantes é fruto
da luta da ABD Nacional por
Mário Diamante (RJ)
Os abedistas seguem dizendo: “É por aqui!” por Manoel Rangel (SP)
A luta dos novíssimos por Sofia Federico (BA)
Jovem da Chapada Diamantina descobre o cinema no set de Diamante Bruto por
Solange Lima (BA)
As promessas de um novo tempo por Bruno Vianna (RJ)
A escola política da minha geração por Lula Oliveira (BA)
Divergências e convergências por Rogério Brasil Ferrari (RS)
Breve relato pessoal da história recente da ABD por
Marcelo Laffitte
II. ABDs ............................................................................................
ABD-Bahia........................................................................................
ABD-Paraíba.....................................................................................
ABD-Rio de Janeiro..........................................................................
ABD-São Paulo.................................................................................
ABD-Minas Gerais............................................................................
ABD-Ceará........................................................................................
ABD-Distrito Federal.........................................................................
ABD-Rio Grande do Sul....................................................................
ABD-Espírito Santo...........................................................................
ABD-Pará..........................................................................................
ABD-Santa Catarina.........................................................................
ABD-Sergipe.....................................................................................
ABD-Paraná......................................................................................
ABD-Rio Grande do Norte................................................................
ABD-Tocantins..................................................................................
ABD-Pernambuco.............................................................................
ABD-Mato Grosso do Sul..................................................................
ABD-Mato Grosso.............................................................................
ABD-Goiás........................................................................................
ABD-Maranhão..................................................................................
ABD-Piauí..........................................................................................
ABD-Alagoas.....................................................................................
ABD Amazonas................................................................................
III. Referências Bibliográficas .........................................
IV. Anexos .....................................................................................
1. Cinema Nacional...........................................................................
2. Três anos de luta para colocar os curtas nas telas.....................
3. ABD Nacional: revezamento, conselho e representação
de todas as regiões..........................................................................
4. A ABD foi fertilizada no Festival JB e nasceu na Jornada da Bahia
5. Dois textos de Sérgio Santeiro.....................................................
6. Passos iniciais da ABD................................................................
7. Resolução de ACESITA................................................................
8. Carta dos abedistas gaúchos ao jornal Cine Imaginário ............
9. Ata de Assembléia Geral da Fundação da ABD Nacional............
10. Circular, São Paulo, 27 de maio de 1993...................................
11. Principais realizações da ABDeC-ES........................................
12. Carta de Aracaju.........................................................................
13. Escolas e cursos de cinema/audiovisual do Brasil....................
Índice onomástico.............................................................................
Cocares para os abedistas...................................................................
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